"Era domingo. E havia tanta gente nos caminhos que era mesmo muita e os caminhos poucos. Era o sol da Primavera que chamava a gente porque a gente era importante. Era gente e queria ver as árvores."
O assunto do fumeiro já foi munto discutido. Tantas palavras bonitas e feias se disseram a respeito. Mas a minha opinião é a mais importante e a mais necessária. Ouvide lá: Um fumeirinho feito com carne de reco que ninguém sabe o que comeu (a não ser ele e o dono - mas ele não fala e o dono também não), morto na higiene do matadouro, electrocutado para ser mais fácil, sangrado depois e lavadinho à pressão, é bem mais saudável. Já se controla (ou não) a higiene das cozinhas "regionais" certificadas e a "qualidade" do preduto. A necessidade agora será controlar o sal e o pimento, a quantidade de alho e a qualidade do vinho, as facas que cortam a carne ou a máquina que a tritura, o tempo de secagem e defumação, para ficar tudo igualzinho e dentro dos parâmetros de qualidade. São importantes estes parâmetros para vender o preduto a quem quer coisa certificada. E certifica-se. Cá p'ra mim, isto é coisa para não ter bô fim! Eu sou dos que gostam da tradição, mas não...
Não sei o que andei para aqui a fazer... O que é certo é que quando me apercebi já não consegui entrar mais no blogue. Só consegui salvar estas pérolas. Qualquer dia boto aqui mais uma.
Estão na moda as cartas educativas. Fala-se delas em todo o lado. Eu também tenho aqui uma das boas e educativa. " Meu caro Fernando Lamento tirar-te um ou dois minutos da tua ocupadíssima agenda com esta carta, mas o assunto que aqui me traz é importante para a nossa democracia. Sei que estás pelos cabelos (...) com a lei das Finanças Locais. (...) É preciso da tua parte muito mais do que uns toques de restaurador para restaurar o a dignidade do cargo de presidente de um Município, que tu representas com a dignidade do teu porte e a armação do penteado que todos, melhor ou pior, conhecemos. A função de presidente da Câmara é uma das mais difíceis e complexas existentes no País. Um homem ou mulher que dirige uma Câmara gasta metade das energias ao seviço dos munícipes e outra metade a resistir às propostas dos construtores civis; em alternativa, gasta um terço do tempo a pensar nos munícipes e dois terços a receber construtores civis; mas, se for um presidente da Câmara adepto do ...
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