Mensagens

O que nós queremos é voltas...

Mas que raio de ideia foi esta? Em quanto ficou ao povinho a maravilhosa passagem da Volta a Portugal por Barroso? Há de ter custado mais de mil euros... Quase de certeza... Alguém paga. Ide pela sombra! Tóc.Na.Tó!!!

os srs. desaparecidos

Ainda estamos no rescaldo do dia das eleições. Ainda estamos na expectativa. Ainda estamos meio atordoados com as medidas da Troika que quase ninguém conhece e acerca das quais todos opinam. Ainda estamos à espera do pau, folgando as costas. Há, porém, uma coisa que me preocupa particularmente. A quem vai recorrer agora o Sr. Presidente da Câmara? Sempre tão aparentemente próximo do governo do Sr. Desaparecido Sócrates, a que apelava infrutiferamente por uma requalificação da EN103, a quem vai agora recorrer? E as oportunidades, os subsídios e os recursos, quando os houve, não foram estruturalmente aproveitados. Agora, quando não há para ninguém, quero ver como ficarão os concelhos como o nosso, já de si tão frágeis. E de quem é a culpa? Da crise. O último a justificar os insucessos globais com a crise e não com os seus é agora o Sr. Desaparecido. Outros se seguirão. Ide pela sombra. Tóc.Na.Tó!!!

vacas magras

Agora quero ver como é que vai ser! Se as coisas já iam estando apertadas, agora vai ser cada vez mais difícil incluir a malta no tacho! O certo é que já quase todos vão comendo mas pode ser que o feijão vá acabando. A ser assim, vão terminando também as palmadinhas nas costas. Com outro galo no poleiro grande, vai haver outros pitos a sustentar, agora com mais regra, acho eu. Mas vamos lá ver. Nos poleiros mais pequenos, quem subiu subiu. E se não tiver que sair já não será muito mau. Já vão sendo horas de moralizar o imoralizável. Mas pedir moralidade para a política é quase um paradoxo. Atão vá! Ide pela sombra! Tóc.Na.Tó!!!

mais um regresso (edição 1001)

Depois de uma longa viagem, o Tóc.Na.Tó está de regresso. As viagens também cansam e agora é tempo de descansar... De regresso a Barroso, cá me têm para mais umas coisitas. Os comentários que estavam arquivados já cheiravam a podre... Não que fossem maus, mas não dizem nada porque estão velhos. Vou deixar isto aberto... Se não houver muita marmelada, vão continuar assim. Além disto, retirei também algumas verdades que tinham sido postadas. De tão verdades já ninguém acreditava nelas. Atão vá! Ide pela sombra! Tóc.Na.Tó!!!

Campanha pós-eleitoral 1

Imagem
Ide pela sombra! Tóc.Na.Tó!!!!

O verdadeiro cartaz seria assim

Imagem
Ide pela sombra! Tóc.Na.Tó!!!!

Auto-tárquicas

Quer dizer... Mais uns tempinhos fora e já o cortejo saiu do adro. Uns berram pra um lado e outros para o outro. Isso, isso, meus homes! Continuai que ides no bom caminho! Continuai a acreditar nas palavrinhas ditas a gritar do Senhor Presidente e ides ver que estais garantidos: importantes são umas corridinhas e a sorte de haver umas sextas-feiras 13 para reviver tradições muito antigas que estavam na alma do povo barrosão (pelo menos de alguns dos seus elementos). "Porque eu sou o campeão das obras"; "Porque eu é que sei"; "Porque eu é que faço"; "Porque eu é que aconteço"; "Porque eu estou aqui e estou muito bem porque não tenho mais sítio nenhum para onde ir e a inda não tenho ninguém para pôr no meu lugar". Já se viu o verdadeiro programa: é pena não ser um pro-quilo. Ide pela sombra. Toc.Na.Tó!!!!

Olá!

Imagem
E vós que dizeis? Anda um home aterefado coa vida e começa p'rá aí toda a gente às turras. Atão já começaram a botar nos candidatos? Olhai lá! Daqui donde me encontro não se vê nadinha. Vou-vos mostrar uma fotografia. Ora atão? Parece a barragem depois da limpeza que lhe andaram a fazer um destes dias! É ou não é? Mas atão, dizei-me lá! Como é que vai a vida aí pela Capital? Tudo no sossego? Tudo na paz caladinha? Ora ainda bem. Assim ninguém se chateia: uns não querem que os outros digam e os outros não dizem para os uns não dizerem também. Ora assim é que está bem! E ficamos todos contentes. Assim é como deve ser. Ultimamente ando preocupado com a gripe dos recos, sabeis? Eles não espirram, mas ficam com a gripe. E se lhes dá para adoecerem em Barroso? Como é que se vão fazer as chouriças? Os presuntos inda podem ter sobrado deste ano, mas chouriças e salpicões é que vai ser a c... para os arranjar! Se os recos apanham a gripe como é que se vai fazer? Sem feira não há propaganda!...

Quer dizer

Tanto tempo longe do país barrosão e, de regresso dos mares do sul, aparece-me uma notícia exemplar. Um notícia que mostra o verdadeiro significado do amor a Barroso e ao serviço do povo Barrosão. Um exemplo de transparência! O Correio da Manhã tem cá um sentido de humor! Transparência Pública PPR no valor de 48 500 euros e dois carros Fernando Rodrigues é professor aposentado e presidente da Câmara Municipal de Montalegre. Na declaração entregue no Tribunal Constitucional apresentou 71 327 euros de rendimentos de trabalho dependente e 19 143 euros de pensões. Valores referentes a 2007. Como património imobiliário declarou uma casa de habitação em Montalegre. Em relação a viaturas, possui um Mercedes 270D e um BMW 120D. O autarca detém ainda um PPR no valor de 48 500 euros. Correio da Manhã, 5 de Janeiro de 2009 Não vou comentar e, antes de publicar os vossos comentários, vou pedir à minha secretária que lhes bote os olhos. Não podemos dizer aqui as verdades todas assim à... barrosã....

Quero lá saber

Imagem
Aqui é que se está bem!!!! Até ao meu regresso! Mas não sei se me apetece regressar. Logo se vê. Até lá, ide pela sombra. Tóc.Na.Tó!!!!

Montalegre sai da Idade Média

E por um dia. A iniciativa que irá ter lugar no próximo dia 4 está a ser preparada pelo Agrupamento de Escolas de Montalegre e do Baixo Barroso e pela Escola Profissional das Minas da Borralha. Logo pela manhã, haverá um Cortejo Régio pelas ruas da vila, seguido de uma missa em latim, (que é bem precisa). Às 11h30, será aberta a feira medieval, onde haverá tascas (muntas e das boas), saltimbancos (coisa que não falta também na nossa era), malabaristas (há ainda mais), danças dos nobres (ou dos eleitos, como se lhes quises chamar), mas também actuações dos Gaiteiros de Pitões das Júnias (boa gente), ou uma demonstração do jogo do pau (há muito quem precise). À tarde, será feita uma representação de um juízo de heréticos (destes existem alguns) e malfeitores (às molhadas e andam todos disfarçados), a que se seguirá um torneio de armas (isso é que era desnecessário. O jogo do pau chegava-lhes bem). Depois um condenado será exposto em praça pública (Só um? E quem será esse condenado?). O e...

Palhaçada

Imagem
Diz que este ano em Tourém vai haver circo no Entrudo. De costume lá botam pela rua fora a tocar e a cantar num cortejo de horrores e divertimentos a fazer lembrar um bocado os costumes antigos. Este ano diz que vai haver circo. Já alargaram o terreiro e vão lá botar a tenda. Não sei se haverá feras ou trapezistas, mas vai haver palhaços como se pode ver no cartaz. Há alguém que acredite que isto é parte do cartaz do entrudo em Tourém? Na Mealhada botam as danças quentes de pouca roupa, num carnaval genuíno e com profundas raízes no centro do país. Por cá, fazemos o mesmo: vamos às mais profundas origens do entrudo e construímos um cartaz que caracteriza as tradições - um palhaço. Não precisamos de fazer um esforço muito grande para ver nisto uma tendência para a globalização do turismo. E tal é preciso inovar. A malta não liga nada a essas coisas de andar de bombo e concertina pela rua fora a apanhar frio no focinho e a botar uma chouriça aqui ou ali. É preciso inovar. Assim é moderno...

Corrupção

Não sei como é que é possível andar a falar numa coisa destas! A corrupção. Diz que está na moda. Toda a gente luta contra a corrupção! Até o Cravinho que tanto propos teve que se pôr a andar. Fala, fala e parece que ninguém lhe liga. Porquê? Porque não há corrupção! Não se pode achar que na política exista corrupção. É uma ideia absurda. Atão o pessoal dos partidos e do poder anda para aí com uma mão à frente outra atrás, toda a semana com o mesmo fato, a pedinchar emprego em todo lado. Como é que se pode pensar nisso? E as dificuldades que passam? Alguns nem conseguem arranjar uns trocos para comprar um carrito, nem que seja velhote. As casas são alugadas em zonas periféricas porque no centro têm rendas infernais. Como é que a classe política pode ser corrupta? Se existe alguma corrupção, está muito bem escondida porque não há qualquer sinal disso entre os ocupantes do poder. Os ordenados para pouco mais dão que para comer. Sabe Deus a fome! Devíamos era louvar estes homens que nos s...

Cerebral

Imagem
PRE-SUN-TO! PRE-SUN-TO! PRE-SUN-TO! PRE-SUN-TO! PRE-SUN-TO! PRE-SUN-TO! PRE-SUN-TO! PRE-SUN-TO! PRE-SUN-TO! PRE-SUN-TO! PRE-SUN-TO! PRE-SUN-TO! PRE-SUN-TO! PRE-SUN-TO! CHOU-RI-ÇA! CHOU-RI-ÇA! A-LHEI-RA! CHOU-RI-ÇA! A-LHEI-RA! A-LHEI-RA! CHOU-RI-ÇA! FUMEIRO! FU-MEI-RO! A-LHEI-RA! CHOU-RI-ÇA! PRE-SUN-TO! PRE-SUN-TO! Cerebral! A nossa cabeça durante os próximos dias. Temos a presença da Senhora Ministra da Cultura. A-LHEI-RA! CHOU-RI-ÇA! PRE-SUN-TO! PRE-SUN-TO! Cerebral!

Feira com gente e qualidade

O assunto do fumeiro já foi munto discutido. Tantas palavras bonitas e feias se disseram a respeito. Mas a minha opinião é a mais importante e a mais necessária. Ouvide lá: Um fumeirinho feito com carne de reco que ninguém sabe o que comeu (a não ser ele e o dono - mas ele não fala e o dono também não), morto na higiene do matadouro, electrocutado para ser mais fácil, sangrado depois e lavadinho à pressão, é bem mais saudável. Já se controla (ou não) a higiene das cozinhas "regionais" certificadas e a "qualidade" do preduto. A necessidade agora será controlar o sal e o pimento, a quantidade de alho e a qualidade do vinho, as facas que cortam a carne ou a máquina que a tritura, o tempo de secagem e defumação, para ficar tudo igualzinho e dentro dos parâmetros de qualidade. São importantes estes parâmetros para vender o preduto a quem quer coisa certificada. E certifica-se. Cá p'ra mim, isto é coisa para não ter bô fim! Eu sou dos que gostam da tradição, mas não...

Bô Natal

É um Bô Natal que vos desejo! E uma Entradas no Novo Ano como devem ser! Com os cumprimentos da Alice ... Boa moça! Tóc.Na.Tó!!!

A neve

Imagem
Ora aí está o acontecimento do ano... A neve! Chegou a neve e todos devemos ficar contentes. Até podíamos arranjar maneira de fazer uma mini-sondagem sobre a importância da neve: qual a importância da neve para o concelho? Muito importante; pouco importante; nada importante; importante assim-assim; apenas importante; ou vice-versa. Agora é que o povo vem para a rua para dar uns tombos valentes, para estourar os costados na calçada. Com neve todos somos crianças e achamos piada aos tombos uns dos outros. Ai de nós sem neve! Um ano sem neve é o descalabro financeiro do concelho. Um ano sem neve é o descalabro total! Um ano sem neve não é ano em Montalegre nem nos arrabaldes! O gelo dos últimos tempos não é nada sem a bela da neve que faz de nós verdadeiros barrosões, que até andamos em cima do rio coberto de gelo (o gelo já lá estava, mas só é a sério com neve). Como é bonito ver o povo ali nas margens ajeitadas do rio Cáv(g)ado (agora só Cávado porque tem gelo e não há lá mais nada) a a...

Ando triste

Imagem
É verdade. Ando triste! Não se passa nada nesta bendita terrinha! É o ritmo do costume. É que não se faz nadinha! Nem bem nem mal! Deve ser para não errar porque quem não faz não erra. Mas era interessante ver que alguma coisinha surgia. Aqui há uns tempos foi o festival, que foi para a terra da queimada, e fazem-se umas homenagens a figuras ímpares da terra de vez em quando. Nem me lembrava do encontro que fora micológico, mas sem cogumelos e níscaros a coisa torna-se difícil. Vai-se começando a falar na Feira do Fumeiro com o medo da AiAi! e já se vão ouvindo as chouriças e os presuntos a berrar. Mas apareceram para aí uns cartazes que apelam ao consumo do cozido barrosão em Dezembro, com batata de Montalegre. Quem for da zona ainda se safa se o vier comer lá para meados do mês, mas um alquitano vai perguntar onde é que se pode comer este belo cozido, porque com batatas de Montalegre até em Xinzo pode ser. A autoria está de parabéns, conseguiu dar à campanha o tom misterioso da prime...

Diário da Minha Ausência

Era bom, era... Gostava muito de poder falar sobre o Celti...quê?, mas só me pode sair coisa ruim pelo que li no Terras de Barroso e pelas fotografias que por lá vi. Já ouvi dizer que foi uma coisa bonita e que quem manda na vila não quis saber daquilo para nada. Estive ausente uns dias e ainda estou a recuperar da viagem e a adaptar-me aos fusos horários. O que se passou nos dias da minha ausência? 27 de Outubro - Nada! 28 de Outubro - Nada! 30 de Outubro - Nada! 31 de Outubro - Nada! 01 de Novembro - Feriado! Comigo ou sem migo isto funciona sempre na mesma! Até me podia deixar ficar por lá mais uns tempos que ninguém dava conta que eu não estava cá e pelo menos não dizia asneiras. Até podia continuar o passeio mais uns dias na companhia dos que me são queridos. Até podia ter passado por Vilar no fim-de-semana passado, mas estava um frio do catano e fiz como a maioria do pessoal da vila: sossegadinho no meu canto, não me fosse cair algum bocado de céu velho em cima. Não fui a Vilar, ...

Mais uma sexta-feira

Teremos já na próxima sexta-feira uma nova actuação de um grupo de teatro que vai fazer voltar as bruxas, o bruxos, os feiticeiros e todos os gajos feios a duas ou três ruas da vila. Do toural até ao monumento, onde nasceram dois troncos para pendurar o morcego, vai ser um mar de gente. Vai tudo rua direita abaixo atrás dos matrapilhos que botam fogo pela boca, que gritam e que fazem as macacadas necessárias para toda a gente gostar. Vamos rir e abraçar estas celebrações. A força da celebração é que nos dá a alma. Desta vez o dianho não vem! Não há vitela e ele recusou o humilde convite. Nesta sexta-feira 13... Deixa-me confirmar... Ó diabo! A próxima sexta é 12. Atão está tudo preparadinho para a Boda da Queimada e enganámo-nos no dia? Ouve lá... A culpa foi dos Templários. Se o massacre fosse no dia 12 tudo o que aqui está escrito estaria a referir-se à data certa. É só uma questão de perspectiva: mais dia, menos dia, que diferença faz? Afinal as bruxas andam à solta todo o ano, junt...